Renda Básica Emergencial, a crise e o desafogo.

Os efeitos do CoronaVírus na economia.

Tudo aquilo que precisamos para entender e identificar as tremendas reviravoltas de 2020 está disponível nos veículos de comunicação, seja online ou offline. A pandemia do novo Corona Virus, SARS-CoV2, anunciou a todo o mundo uma nova realidade e uma nova percepção a respeito de saúde pública e economia.Visto isso, é possível perceber que a renda básica emergencial é um dos principais fatores que nos impediram do colapso nos últimos meses. 

A pandemia

Analisando o cenário e o contexto em que nos encontramos, percebe-se sem muito esforço o quanto a nova pandemia nos abriu os olhos para uma questão social que há muito já vinha sendo discutida, contudo sem ter tido, até então, uma quantidade de ações relevantes para a reparação da situação. Obviamente, os programas sociais e de incentivo existem há algum tempo, porém sem representar uma mudança real na problemática; a grande verdade é que apenas recentemente, em meio a situação caótica criada pelo novo vírus, experimentamos uma solução potencial que pode ser estendida, melhorada e ampliada para que seus efeitos façam ainda mais sentido.  

Inegavelmente, a crise bateria à porta de nossa economia. Grandes centros comerciais fechados, pequenas e médias empresas enfrentaram semanas e meses de desespero sem enxergar novas oportunidades em um mercado de portas fechadas; o desafogo, enfim, aconteceu por meio do auxílio emergencial.

Renda Básica

O auxílio emergencial é uma megainjeção de recursos no valor de R$600, ou R$1200 reais, implementada pelo governo vigente com objetivo de reduzir os impactos que a pandemia poderia causar no cenário econômico brasileiro. A distribuição do auxílio, de fato, deixa claro o problema, mas garante, em número, gênero e grau, que sua ausência durante esse período poderia ter proporções inimagináveis. 

A grande verdade é que a assistência foi de suma importância para que TODOS OS SETORES mostrassem um início de recuperação em conjunto, quando as principais cidades do país deram os primeiros passos para reabertura depois de abril e maio completamente paralisadas. 

Foi mencionado que a retração próxima dos 10% em 2020. O fundo monetário internacional, por exemplo, cravou uma projeção de -9%. Os analistas do mercado, que anteriormente mencionaram uma queda de 6,5, reviram e concordaram que a média deveria ser de -5,6% e a expectativa é continue sendo melhorada. De modo algum isso significa que o país está crescendo, segundo a Economista Juliana Inhasz, mas significa que deixamos de andar para trás. 

Soluções e Oportunidades

Outrossim, essa é a oportunidade perfeita para discutir o demonstrativo que essa distruibuição de recursos apresenta. A pandemia testou e evidenciou a eficácia de um programa já anteriormente pensado, e em algumas cidades implementado; o auxílio emergencial é a chance de mudar a situação do país e da realidade de milhões de pessoas que vivem dia após dia numa luta infindável por recursos; luta essa que as leva a extremos de suas vidas e que impacta a sociedade como um todo. 

A Rede Brasileira de Renda Básica.

Assim como o auxílio emergencial surgiu como uma proposta de renda básica durante a pandemia, a Rede Brasileira de Renda Básica é uma organização que visa a renda básica não apenas durante uma pandemia ou de maneira emergencial, mas como um princípio e um objetivo a ser atingido. A Renda Básica seria um pagamento em dinheiro periódico entregue incondicional a todos individualmente, sem necessidade de teste de meios ou requisitos de trabalho. O que, em meados às tantas crises já pontuadas, os problemas sociais já conhecidos e a situação que podemos observar vindo a seguir, pode ser considerado uma aposta importante para que continuemos a construir um Brasil mais justo, democrático e equilibrado para todos. 

P.S.: Há mais informações, artigos e documentos aprofundados no site oficial da organização; http://rendabasica.com.br

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/08/14/auxilio-foi-essencial-para-impedir-queda-maior-do-pib-dilema-e-quando-acabar

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